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quarta-feira, 3 de abril de 2013

O crente é.... a noiva de Cristo???

Depois de ouvir uma música bem "sugestiva" acerca deste tema, dentre outros motivos, achei que seria interessante eu dar minha visão sobre este assunto à luz das Escrituras e do bom senso. Sim, bom senso, porque Deus nos deu um cérebro pra pensar também, e não só pra controlar as funções do corpo e servir de dispositivo de armazenamento para memorizar versículos. Digo isto porque, apesar de TODOS os seres humanos serem hábeis e capazes de pensar e raciocinar (ou seja, TODOS são inteligentes), muitos por aí não se utilizam disso e agem de forma alienada, ferindo a si mesmos, aos outros e causando constrangimentos ao evangelho de Cristo e a si mesmos.

Em primeiro lugar, a Bíblia se utiliza, sim, da expressão noiva de Cristo e Jesus, neste contexto, é o noivo. Eis as referências que eu encontrei(numeradas para nossa conveniência):

1) "E eu, João, vi a santa cidade, a nova Jerusalém, que de Deus descia do céu, adereçada como uma esposa ataviada para o seu marido".Apocalipse 21:2

2) "E veio a mim um dos sete anjos que tinham as sete taças cheias das últimas sete pragas, e falou comigo, dizendo: Vem, mostrar-te-ei a esposa, a mulher do Cordeiro.E levou-me em espírito a um grande e alto monte, e mostrou-me a grande cidade, a santa Jerusalém, que de Deus descia do céu." Apocalipse 21:9-10

3) "Regozijemo-nos, e alegremo-nos, e demos-lhe glória; porque vindas são as bodas do Cordeiro, e já a sua esposa se aprontou". Apocalipse 19:7

4) "E o Espírito e a esposa dizem: Vem. E quem ouve, diga: Vem. E quem tem sede, venha; e quem quiser, tome de graça da água da vida". Apocalipse 22:17

Existem, ainda, referências de Efésios 5:23-32, onde Paulo fala sobre o relacionamento do marido com a esposa e faz um PARALELO entre isto e o relacionamento de Cristo com a sua Igreja. Não a colocarei para não ficar redundante.

Enfim, notaram alguma coisa? Em 1 e 2, a "esposa" é a "Nova Jerusalém", que é a Jerusalém que aparecerá após os sinais do Apocalipse, a Jerusalém gloriosa. Ela é tão bonita que é comparada a uma esposa ataviada para o seu marido. Que poético! Deus criou o casamento e Ele vê a glória de uma cidade celestial como a beleza de uma esposa que se propõe a ficar bonita para seu marido!

Já no 3 e no 4, percebe-se que a "esposa" é a mesma de Efésios, ou seja, a Igreja. Mas, conforme mencionado antes, é um paralelo, simplesmente uma forma de se descrever a relação da Igreja com Deus de forma DIDÁTICA e fácil de se entender. Deus frequentemente se utiliza de símbolos e parábolas para explicar verdades celestiais e terrenas. Aqui não é exceção.

Que informação ganhamos com isso? Que Deus se apresenta como um "marido" em um contexto referente à Israel (Jerusalém) ou à Igreja, querendo dizer a mesma coisa: que seu amor é TÃO grande por ambos que Ele é como um marido e que o encontro entre eles, decorrente dos eventos do Apocalipse, é extremamente "ansiado" por Deus, de alguma forma, como um marido aguardando o casamento com sua noiva e futura esposa. Tal qual é o amor de Deus! Isto é lindo!

Esta metáfora não é nenhuma novidade do Novo Testamento: em Ezequiel 23, Deus se apresenta como marido de duas esposas infiéis, denominadas aqui, "coloquialmente", de "Aolá" e "Aolibá". Elas são símbolos, respectivamente, de Israel e Judá, que eram as duas partes da antiga nação de Israel. Em Oséias, Deus utiliza parte da vida conjugal de Oséias pra ilustrar a mesma coisa: Deus, o marido fiél que cuida da mulher, e Israel, a mulher infiél, que se prostitui e não é grata ao amor do seu marido, preferindo adulterar com outros "homens" (deuses). Há muitos que sustentam que o livro de Cantares de Salomão, que narra a história de amor de Salomão com sua esposa original, Sulamita, antes de Salomão resolver arranjar 1000 sogras a mais, também é um paralelo do relacionamento amoroso de Deus como um marido e Israel como esposa. Outros ainda alegam que TAMBÉM se adequa a Deus e a Igreja pelos mesmos motivos. EU, pessoalmente, NÃO acredito nestes paralelos, apenas crendo que este livro é o que é: uma descrição que Deus nos deixou de um relacionamento saudável de um homem com uma mulher dentro de um casamento. Entretanto, respeito quem pensa do outro jeito, afinal, tem o seu mérito e ainda mantém a mesma linha de metáforas que Deus vem fazendo durante a historia da Bíblia: Deus, o marido, e Israel/Igreja como esposa.

Percebeu o que eu quero dizer? A metáfora de Deus, como marido, e Igreja/Israel, como esposa, não é nada mais do que isto: uma metáfora compreensível que Deus criou para nos fazer entender o quanto Ele ama Israel E a Igreja. Apenas isso. E isto se aplica a um coletivo, e não a um indivíduo.

Em segundo lugar, há muitas formas que Deus se apresenta a nós, que cremos Nele:

1) Como Deus: Deus se apresenta na sua forma mais pura: como O único Deus, como o NOSSO Deus. Ou seja, como Aquele a quem nós devemos honra, louvor e adoração;

"Eu sou o SENHOR teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão". Êxodo 20:2

2) Como Senhor: Deus se apresenta como Aquele que detém autoridade sobre NÓS, que controla as nossas vidas;

"Vós me chamais Mestre e Senhor, e dizeis bem, porque eu o sou". João 13:13

3) Como pai: Deus se apresenta como Aquele que nos gera, que cuida de nós, que nos quer bem, dando para nós o que precisamos (e até o que gostamos);

"E eu serei para vós Pai, E vós sereis para mim filhos e filhas, Diz o Senhor Todo-Poderoso". 2 Coríntios 6:18

4) Como amigo: finalmente, Deus vai além e, além de se apresentar como uma figura paternal, ele ainda se apresenta como amigo! Como alguém com quem você pode conversar, confidenciar coisas e ser consolado nos momentos difíceis, alguém pra estar ao seu lado sempre! Quer coisa melhor do que isso???

"Já vos não chamarei servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho feito conhecer". João 15:15

Com todas estas relações com Deus, você seriamente ainda prefere chamá-lo de "noivo"???

Mas, independente de "preferências", está claro que a Bíblia mostra Deus se apresentando individualmente a nós como várias coisas, mas nunca como um "noivo". Quando ele se apresenta como noivo, ele não se apresenta para um indivíduo, e sim pra um coletivo extenso (Igreja e Israel) e sempre como uma metáfora destinada unicamente a facilitar o entendimento do quanto Ele ama a estes dois. Isto já é evidência mais do que suficiente de que não é bíblico, tampouco correto, se dirigir a Deus como sendo o seu noivo.

Mas ainda há os que dizem que cada um de nós é a igreja, então o coletivo também se aplica ao individual, portanto, consequentemente, cada um de nós também é "noiva" ou... cof! cof! "marido" de Deus. Entretanto, mesmo que isto fosse verdade, pare um pouco pra pensar o quanto isto é incrivelmente inconveniente e contraditório. Eu, por exemplo, um HOMEM, me considero servo de Deus. Ou seja, membro da Igreja. Então eu também seria "noiva" de Cristo, certo? Não acha que isto tem repercussões totalmente absurdas? Afinal, mesmo metaforicamente, eu sou afeminado em uma situação como esta. Tá, então eu sou "marido"... Cof! Cof! Cof! Muito menos isso! Além de também ser de mal gosto, de quebra incita a uma comparação homossexual e sabemos, como servos de Deus, que o homossexualismo para Deus é pecado. Portanto, não pode ser utilizado. Então, o que eu sou pra Deus neste contexto? O que sobra?? NADA!

Mesmo que isto fosse ser aplicado a uma serva de Deus (uma MULHER), isto não se torna correto. Primeiro: porque haveria uma forma que Deus se dirige a nós que só funciona com um dos gêneros (no caso, a mulher)? Segundo: pense nas sérias repercussões de você, mulher, pensar em Deus romanticamente (afinal, se vc é NOIVA dele, então ele é seu marido)... Você acha que Deus te deseja sexualmente? Vc deseja a Deus sexualmente? Porque o marido deve desejar a mulher e a mulher ao marido. É um requisito fundamental de um casal. Só isso é MAIS do que suficiente para provar que esta forma de se relacionar a Deus é totalmente distorcida, falha e, consequentemente, errada.

Então, concluímos que o crente NÃO é noiva de Cristo. Ele é filho, é servo, é adorador, é amigo, mas NUNCA noiva, cônjuge ou algo semelhante a isso.

Para finalizar o artigo, eu gostaria de expor o porquê de eu ter me preocupado em abordar este tema. Ora, quando nós desconhecemos a verdade, mesmo que seja sobre algo APARENTEMENTE pequeno, nós cometemos deslizes e esta ignorância causa erros maiores. O engano se propaga e vai gerar excessos: desde excessos aparentemente inocentes, como cantoras gospel que cantam que são apaixonadas por Cristo (o que é um engano oriundo disso e posso abordar isto em outro artigo) desde até exemplos terríveis, como os que são citados no link abaixo, que trata deste mesmo assunto:

Link do artigo

Enfim, espero que isto tenha edificado você, meu irmão e irmã, e estou aberto a discussões e a críticas construtivas, desde que sejam respaldadas na Bíblia. Obrigado! :)

quinta-feira, 7 de março de 2013

Refutação a acusação contra evangélicos acerca de violência contra homossexuais

Dedico esta postagem a uma resposta que eu fiz no blog abaixo:

http://blogdosakamoto.blogosfera.uol.com.br/2013/03/05/nao-acredito-no-demonio-so-na-intolerancia-da-bancada-evangelica/

Reitero que respeito a opinião do bloguista e o respeito como pessoa, mas não concordo com seu ponto de vista. Tudo isto foi postado no blog do autor e aqui é só uma transcrição de todos os meus posts lá, já que o limite de caracteres daquele blog é ínfimo (ou sou eu que escrevo demais.. heheeh):
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Texto polido, bem escrito e a linguagem foi expressa claramente. Entretanto, não se iluda, pois ele contém erros assim mesmo. Só porque um texto é bem escrito, não significa que ele seja digno de crédito ou não.

Primeiro, qual é a fonte da tal declaração do pastor Marco Feliciano? Onde ele escreveu isso e em que circunstâncias? Eu só vejo os sites na internet citando a mesma frase, mas sem citar a fonte. Isto é feio, é difamação injusta. Favor citar a fonte (e estou fazendo isto para sua proteção também), pois, assim, seu texto não entra em descrédito por causa de uma citação mentirosa.

Segundo, vc disse isso:

"Mas que lástima de crença é essa que diz que A é pior que B, gerando ódio sobre o primeiro, só porque A se deita com alguém do mesmo sexo? "

Eu peço que o Sr. se informe adequadamente, pois não há nada na crença evangélica que diga que A [é melhor do que B. A Bíblia é clara na sua colocação de que TODOS pecaram e destituídos estão da glória de Deus: desde o pequeno mentiroso, o homossexual, o fofoqueiro e até o assassino, pecados nos seus mais variados graus, todos pecaram, pois tudo isto vem da natureza pecaminosa e egoísta do homem. A natureza que só é curada através de Jesus. Sim, através Dele, não através da pessoa e sua "extraordinário bondade", pois ninguém consegue ser bondoso e amoroso por si mesmo. A tendência normal de qualquer humano é o egoísmo e todos os seres humanos, SEM EXCEÇÃO, são passíveis de cometer atos horrendos. Esta é a visão dos cristianismo. Esta é a visão da Bíblia. Se meia dúzia propaga o contrário, trata-se de visão errônea e pessoal destas pessoas em específico. Então, não assuma estereótipos: isto é falácia e é feio.

Terceiro, vc disse:

"Deputados e senadores que bradam indignados mediante a tentativa de aprovação da lei que criminaliza a homofobia."

dar direitos maiores a um setor em detrimento de outros é um erro. Isto vale pras cotas pros negros (menospreza a inteligência dos negros, como se não fossem capazes de passar em um processo seletivo competindo de igual pra igual com o resto das "raças"), lei maria da penha (que, apesar de acertadamente defender mulheres indefesas de homens violentos, brutos e idiotas, dá um poder excessivo às mulheres de injustiçar outros homens, mas não vou debater isto aqui) e vale pra esta "lei de homofobia" também. A tal lei seria correta se apenas incluísse a opção sexual como um direito do cidadão, assim como ele também não pode ser discriminado pela sua RELIGIÃO (e o que tem de crentofóbico por aí não está no gibi), mas ela vai além e coloca os homossexuais e afins em situação predominante com estes artigos:

"Artigo 8º-B: Proibir a livre expressão e manifestação de afetividade do cidadão homossexual, bissexual ou transgênero, sendo estas expressões e manifestações permitidas aos demais cidadãos ou cidadãs. Pena: reclusão de dois a cinco anos."

Se é pra defender o direito de um cidadão qualquer exercer sua opção sexual, porque não colocar em um artigo genérico de opção sexual, já que o heterossexualismo também tem que ter este direito??

"“Art. 8º Impedir o acesso ou recusar atendimento em restaurantes, bares ou locais semelhantes abertos ao público. Pena: reclusão de um a três anos. Parágrafo único: Incide nas mesmas penas aquele que impedir ou restringir a expressão e a manifestação de afetividade em locais públicos ou privados abertos ao público de pessoas com as características previstas no art. 1º desta Lei, sendo estas expressões e manifestações permitida às demais pessoas.” (NR)"

Então quer dizer que se eu, na minha LIBERDADE DE EXPRESSÃO E PENSAMENTO, me ofendo com uma prática homossexual em MEU estabelecimento de caráter privado, não tenho o direito de educadamente solicitar que as pessoas não ajam desta forma, já que, por exemplo, pode ser uma loja de doces e tem crianças nela, muitas delas parentes meus, e eu não quero elas expostas a isso quando ainda não tem capacidade de tecer opiniões de forma plena.. Isto pode? É isto que vocês apoiam? Homossexual tem que ser respeitado, como qualquer ser humano, homossexual tem direito a não ser agredido, como qualquer outro ser humano, mas ele não tem o direito de ter direitos acima de outros, como este artigo demonstra! Prove-me o contrário, se acha que estou errado..

“Art. 20. Praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, origem, condição de pessoa idosa ou com deficiência, gênero, sexo, orientação sexual ou identidade de gênero. Pena: reclusão de um a três anos e multa.” (NR)

A Lei é irresponsável ao não explicitar o que seria considerado "praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito". Por exemplo: se eu estou em uma roda de amigos e eu digo que não gosto de gays que agem de forma afeminada (porque muitos gays tem compostura e estes eu admiro), eu estou incitando discriminação? Não, estou emitindo minha opinião pessoal. As pessoas podem concordar ou não. Se elas concordam com algo considerado errado ou não, isto é problema delas, não de quem falou!

Quarto, vc disse:

"Pode parecer exagero, mas não é. O Ministério Público Federal deveria co-responsabilizar os membros da bancada evangélica em Brasília por conta desses atos bárbaros de homofobia que pipocam aqui e ali"

Claro q é exagero. As pessoas respondem por si mesmas, a não ser que estejam sendo forçadas a algo. Os atos de pessoas que fazem barbeiragens e atos violentos contra quem quer que seja é de responsabilidade deles e somente deles. Se alguém acima deles tem alguma responsabilidade no que eles fazem, que o seja se os mesmos os mandaram fazer isto. Mas isto não muda o fato de que quem comete o ato é o principal culpado e jogar a culpa em outros não ajuda a resolver nada. E, aqui, pior ainda, você tenta culpar a bancada evangélica de crimes que eles não têm nada a ver com isto. Você sabe que é exagero, do contrário, vc não teria colocado o trecho "pode parecer exagero" em seu post, pois isto dá a entender que o seu comentário tem chances de ser exagerado e, conforme eu mostrei em meu post, ele realmente o é. A responsabilidade pelos atos humanos é pessoal, já que você não acredita em demônios (eu PRESUMO que vc seja agnóstico, ateu ou, pelo menos, uma pessoa sem posicionamento religioso, do contrário, não diria algo do tipo) ou alguma força sobrenatural que possa influenciar a atitude das pessoas..

"Mas não são suas mãos que seguram a faca, o revólver ou a lâmpada fluorescente, mas é a sobreposicão de seus argumentos e a escolha que faz das palavras ao longo do tempo que distorce a visão de mundo dos fiéis e torna o ato de esfaquear, atirar e atacar banais. "

De novo, exagero. Repito: os fiéis fazem o que acham que devem fazer. Por mais que haja pessoas que se apresentem como trouxas e se deixem enganar, cada pessoa é um ser pensante, capaz de pensar e raciocinar. Se não o faz, a culpa é dele. Não se pode alegar ignorância (dizer que não conhecia a lei) ao ser flagrado descumprindo a lei, certo? Por isso, o crime é crime independente disso. A pessoa TEM que saber. Então, jogar a culpa em alienação e derivados não funciona: a culpada é a pessoa e somente ela. Um suposto mandante também deve ser culpado, pois a lei também prevê isso, no caso de este mandante realmente ter tido uma influência decisiva no ato daquela pessoa (sendo a pessoa que liderava a gangue, por exemplo). Agora, culpar uma pessoa porque suas IDÉIAS que foram lançadas ao vento e meia dúzia de malditos pensou de forma excessiva e cometeu atos bárbaros é um exagero sem precedentes.

Pra finalizar, reitero que abomino discriminações e atos de violência contra qualquer tipo de pessoa, independente de quem ela é, o que ela pensa, como ela é, de onde ela é, etc. E muitos evangélicos são o mesmo, até porque a religião evangélica prega o amor e a o respeito pelo próximo. Entretanto, há de se separar a diferença entre abominar uma prática e abominar o autor da mesma: o homossexualismo é abominado, mas o homossexual não. E convenhamos que há uma clara imposição da mídia (vide Globo) de que homossexualismo é algo que deve ser respeitado e aceito, o que é uma outra forma de intolerância: intolerância contra quem discorda, no seu devido direito previsto na Constituição, de um comportamento. E isto também não é certo. Mas muitos nem se preocupam em falar disso, né?

Fico por aqui.

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Fim do meu post. Estou aberto, obviamente, a críticas construtivas, desde que sejam respeitosas. Obrigado! :)

P.S: não esqueci que pretendo escrever sobre a errônea do conceito de "homofobia" dos dias de hoje. Ainda farei isso! :D